sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Irmões

O dia de ontem foi uma mentira 
O dia de ontem foi a maior verdade 
O dia de ontem foi a maior prova 
Estamos vivos. Somos sensíveis. 
Não deixamos o amigo só. 
E se cairmos, cairemos juntos. 
E se subirmos, sempre subiremos juntos. 
Estamos conectados. 
Estamos vivos. 
Arrume as malas.
Estamos indo.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Sweet

Se eu lembrar vou escrever 

É que agora está batendo

Flash flash closing light

Beer no copo de champagne 

Who am I?

God knows 

Deixa me pensar. Caralho. Deixa estar 

Corra corra. Pra quê?

Cadê o cigarro? Alguém pergunta 

E Geanfranco onde está?

London London

Love London. Who am I? 

Let's dance. Quero dançar. 

Inspiration. Let's see. 

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Recording session

Hoje o holocausto me faz companhia 
Vem de carona na mochila, no trem o no meu café 
Larva rastejante num céu esbranquiçado dum inverno gelado londrino 
Raiva. Peste. Praga. Ebola.
E coisas banais. No fim, tudo termina assim. Com um ponto final. 
Um simples ponto final. 
.

domingo, 21 de julho de 2013

Vuvuvultures

Ando imerso em um mundo musical
Respirando, almoçando e saboreando música
Tim Maia nas linhas de Nelson Motta e o ouvido afinado para novas sonoridades
Londres inteira é uma única música e eu me sinto tocando algum instrumento nessa grande orquestra 

sexta-feira, 19 de julho de 2013

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Bienal de Artes

Na câmara escura de um tal de 
Daniel Steegmann Mangrané
Onde só rodava 16mm, ela ignorou o 
Escuro e avançou pé por pé;
Ficou em frente da tela e, por alguns segundos
Suas costas também reproduziram o filme

terça-feira, 13 de setembro de 2011

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Ideias indisponíveis no momento

Status: Em horário de almoço. Bom, não é isso. É Offline mesmo. Ou seria Invisível. Sei lá. Nem sei do que se trata. Só sei que estou Off disso ou dessa ou daquilo ou de dequelo ou de diquolo... tá estranho. tá miúdo. tá louco. tá Off.

O negócio é rezar, orar, implorar, se ajoelhar... mas se ajoelhar pra quem? O cara se pergunta. E orar pra quem? O cara se preocupa. Enfim, tá tudo Off.

O negócio é torcer, vibrar, comemorar... mas se animar com o quê? O cara se pergunta. Tá estranho, né?!

Então, o negócio é beijar, transar, namorar... mas amar pra quê? O cara se pergunta. Pois é, está tudo estranho. tá Off. tá Invisível.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Coisas do futebol

Realmente tem fatos que deixam a gente com a sensação de quem nem tudo está perdido. No último sábado, assistindo a final da Liga dos Campeões entre Barcelona e Manchester United aconteceu algo que, sinceramente, me emocionou muito.

O Barcelona estava ganhando o jogo por 3x1 e, no final da partida, o técnico Pep Guardiola colocou em campo o então capitão do time, o cabeludo com cara de roqueiro, Puyol, para, evidentemente, levantar a taça de campeão. É preciso fazer um adendo aqui, pois o Puyol só estava na reserva devido ao retorno do lateral esquerdo Abidal, que há um mês e meio havia operado de um câncer no fígado. Veja abaixo o dia em que Abidal retornou ao time, na semifinal contra o Real Madrid, e a comemoração da torcida e, principalmente, dos jogadores pelo seu retorno.

Mas, voltando à partida do último sábado, o Puyol entrou em campo e logo pegou a braçadeira de capitão. Este fato já estava sendo muito honroso, pois o técnico fez questão de reverenciar o Puyol, mesmo não tendo jogado a final, oferecendo a ele a oportunidade de levantar a taça e comemorar o título com os companheiros.

No entanto, algo surpreendeu a todos no momento em que os jogadores se encaminhavam para receber as medalhas e a taça. Como de costume, o capitão é sempre o último da fila e, neste caso, seria o Puyol. Mas, quando as câmeras flagraram os últimos da fila, o Puyol estava em penúltimo e não em último. E, agora, adivinha quem era o último da fila, o eleito pelo Puyol e pelo time a levantar a taça? Nada mais nada menos que Eric Abidal, o homem que surpreendeu a todos voltando a jogar apenas 40 dias depois de uma cirurgia de câncer - os médicos diziam que ele retornaria a campo somente em 2012.

Pela sua coragem e determinação, Abidal se tornou o símbolo da conquista da Liga dos Campeões e teve a honra, que poucos têm, de levantar a mais cobiçada taça de campeão da Europa. E, é nessas horas que a gente pensa: nem tudo está perdido.


Exemplo brasileiro

Já aqui no Brasil, dias desses eu li que o ex-jogador do São Paulo e da Seleção Brasileiro, Muller, estava morando de favor na casa do também ex-jogador do São Paulo, o lateral direito Pavão. Veja a matéria sobre essa história: Muller em dificuldades está morando de favor.

E, pra terminar o meu sábado de surpresas no futebol, à noite fui assistir ao compacto de São Paulo e Figueirense e me surpreendi quando me dei conta que o comentarista da partida era o próprio Muller. Pois é, nem tudo está perdido parte dois. O futebol também nos dá bons exemplos de vida.