Num banquete de flores eu como somente os espinhos
No corredor estreito eu me sufoco pela falta de ar
No elevador tenho a sensação que estou caindo
No meu arco íris só vejo preto e branco
Invento uma quinta estação para o ano não acabar
Resolvo equações pra cabeça te evitar
Nos acordes em dó maior adquiro uma ira
Nas esquinas sujas vejo putas na labuta
Nos bares fedorentos trago um cigarro e tomo uma pinga
E na ponta dos pés
Em cima do parapeito
Eu vou me jogar
O meu sonho é voar...
quarta-feira, 29 de março de 2006
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